15/07/16

Conversa de Taxi


Passageiro: Está livre?
Taxista: Está. Pode entrar. Prefere ir na frente ou atrás?
Passageiro: prefiro ir na frente. Atrás é lugar de rei. É coisa pra Temer ou Dilma.
Taxista: chiiii...
Passageiro: Você fez chiiii se referindo a qual dos dois?
Taxista: É.... é seis por meia dúzia. Tanto faz um como outro. Nenhum dos dois vale nada.
Passageiro: O pior é que não são só eles; é todo o Congresso Nacional.
Taxista: É; é tudo farinha do mesmo saco.
Passageiro: E é uma farinha podre!
Taxista: É verdade!
Passageiro: Mas sabe quem apodreceu essa farinha?
Taxista: Nós, o povo. 
Passageiro: Pois é isso que é lamentável: nós, povo, colocamos farinha podre no Congresso. Nós produzimos uma farinha que já saiu podre do forno. E agora?
Taxista: Agora não tem jeito.
Passageiro: Tem jeito sim, senhor. O mesmo povo que produziu uma farinha podre, pode acertar o ponto e fazer uma farinha boa, deliciosa. O jeito está, pois, na união e na consciência cívica do povo. É só fazer esta união acontecer.
            Fim de conversa.
            Da minha parte, acho que o passageiro tem razão. É só largar o modo pessimista de ver as coisas. Mas creio que o povo junto tem condições de resolver o problema do Brasil.
            E como fazer isso? Eu tenho uma ideia. Se você e o resto do povo aprovar agindo faremos maravilhas neste país.

            Aguarde!

Ah se eu pudesse!


            Face ao contínuo desfilar de corruptos no Brasil, eu, se pudesse, me transformaria num pequeno ser invisível para cochicha ao ouvido de cada eleitor brasileiro: por favor, deixe de votar em corrupto! Sim, porque o corrupto só faz mal a todos nós brasileiros.
            Eu sei que é difícil para o parente ou amigo do corrupto deixar de votar nele para votar noutro; é difícil, para a pessoa que recebeu, por exemplo, dez (10) sacos de cimento do candidato corrupto não votar nele. Eu sei disso. É; os parentes, amigos e inocentes que foram beneficiados por desclassificados políticos ficam, relativamente, felizes pelos favores recebidos do falso benfeitor.
            Ocorre, porém, que a sua pretensa felicidade está produzindo a infelicidade de todo o povo brasileiro. E como você pode ser feliz se está construindo infelicidade para os outros? Sinceramente, meu irmão, não dá pra continuar assim. É preciso trocar seu egoísmo por altruísmo para que você se torne realmente feliz. É; só o amor constrói, só o amor produz felicidade. Egoísmo é falso; a aparente felicidade que produz em você não se sustenta. Pense nisso!
            Então, veja meu querido povo brasileiro, vamos mudar! Vamos tirar do poder essa corja de políticos ruins que está corroendo nosso país e adoecendo nosso povo. Vamos montar outra equipe de governantes. Uma equipe composta de gente que você conhece e que realmente é gente de bem. Gente competente e gente de moral irrepreensível. É desse povo que nós precisamos.
            O Brasil é um país rico, lindo, de gente linda que quer e tem direito de ser feliz. Ajude o Brasil a destronar essa gente nociva que aí está. Fique tranquilo/a que eles não vão passar fome; o que já tiraram dos cofres brasileiros da para viverem com seus familiares o resto da vida sem problemas. Vamos dar um basta definitivo na ladroeira deste país. Topa?

            Ah se eu pudesse!!!! 

17/06/16

Sem Amor...

Vi na televisão alguém propondo a um grupo de jovens que apresentassem ideias que servissem para melhorar a sociedade brasileira. Uma jovem presente ao grupo, de pronto, apresentou esta proposta: “O amor é a saída; pois a falta de amor é a origem de todos os males”.
A moça tem razão. De fato é o amor à única solução para os problemas do Brasil e do Mundo. É o que Jesus recomenda: Amai-vos uns aos outros (Jo 13,34). Amar o próximo como a si mesmo (Mt 22,39). E são João acrescenta: “Deus é Amor” (1,4-8).
Eu acredito que todos, ou quase todos, sabem disso. Mas insistem em não aceitar a verdade de Deus. Preferem atender, aceitar e vivenciar as afirmações que parecem interessantes e que estão no dia-a-dia de gente que se diz nobre ou famosa. Que pena! Por falta de conhecimento se perde o meu povo, diz o profeta (Os 4,6).
Só pra você ter uma ideia: o que mais aflige o povo brasileiro hoje?  Com certeza a injustiça social e a violência, não é? E porque isso? É porque falta amor no coração dos nossos políticos. Concorda?

Então, atendendo à sugestão da moça acima anunciada, sugiro a todos: que tal voltarmo-nos todos para o amor? Noutra palavra: voltarmo-nos para Deus? Sim, porque sem Deus, nada feito (Sl 127,1s). E onde está Deus nada falta. Vamos fazer o teste? Garanto que ninguém vai se arrepender.  

10/06/16

Tá aí no que deu!

Nossos políticos se gabam da condição de Estado laico e começam a aprontar. Aliás, eu entendo que eles, na pratica, não entendem bem a expressão constitucional em que se apoiam para fazerem o que bem querem. Com efeito, o que está na lei brasileira é que o Estado é laico apenas na medida em que ele independe de modalidade de credo religioso. Quero dizer: o Estado no seu agir independe de qualquer religião: católica, evangélica protestante, judaica, mulçumana, etc. Nesse sentido e somente nesse sentido é, a meu ver, a condição laica do Estado. Mas o Estado não é e nem pode ser ateu no seu agir. Deus é soberano a todos os governos do mundo. Pois só Ele é a verdade e só Ele tem poder. Portanto Ele tem que ser considerado sempre. Agir de maneira contrária a Ele ou sem o levar em consideração é, como se diz na gíria, quebrar a cara.

É o que está acontecendo na política brasileira que nos deixa muito triste, legislando de absurdo em absurdo acabaram caindo na podridão moral. Eles fizeram tantas asneiras que conseguiram a grande façanha, de hoje, o povo não mais acreditar neles. Para o povo brasileiro, hoje, o político é simplesmente motivo de chacota. Inclusive um dos considerados grandes políticos nacional já chegou a dizer que acha que ainda há uns quatro ou cinco homens sérios no congresso nacional. Inclusive ele mesmo está agora sendo citado nas altas cúpulas como corrupto, e consequentemente, sujeito à investigação por parte da justiça.

Realmente fica muito difícil de acreditar em político sério quando se sabe que o mais sério deles aceita receber um salário que vale mais de trinte e sete vezes o salário do cidadão brasileiro comum. É, veio! Para o cidadão comum ganhar o salário mensal de um homem do congresso nacional ele tem que trabalhar mais de três anos. É só fazer as contas que você percebe. E isto sem contar com os privilégios que chegam a levar o salário dos homens para bem mais de cem mil reais. E não estão nem aí. O governo é laico!

Então o ídolo dinheiro atolou-os bem atolados. Está difícil de sair do atoleiro. Tá aí no que deu!

27/05/16

Águas do Ipojuca, o rio e a sua bacia hidrográfica

Águas do Ipojuca, o rio e a sua bacia hidrográfica


Publico em meu blog, o artigo do professor João Domingos, que é muito atual. Esse artigo foi publicado a muitos anos atrás, quando pensávamos o Projeto Teia da Amizade que em breve, terá sua sequencia em nova modalidade. Vamos ao texto na íntegra.  


“As águas são os espelhos do mundo”, assim dizia o famoso pintor Monet. E com todo razão! Quer conhecer uma cidade, saber se ela é bem cuidada ou se as pessoas vivem bem? Então olhe para as suas águas!
Vejamos o caso do rio Ipojuca.
Os rios são como nós mesmos, têm nascimento ou nascente, começam pequenos fazendo seus caminhos, seu curso de vida, e deságuam em águas maiores, a exemplo do MAR, de onde vieram na forma de chuva. Tudo é um recomeço!
Os rios são como as veias do nosso corpo, só que o corpo dos rios é as bacias hidrográficas. Conjunto de águas de uma região que correm para um rio principal.
Assim é a bacia hidrográfica do rio Ipojuca, rio principal que lhe dá o nome. Nasce no município de Arcoverde, na Serra do Pau d’arco, aproximadamente a 900 m de altitude, percorrendo cerca de 323 km.
A Rede Hidrográfica do rio Ipojuca é composta pela margem direita: riacho Liberal, riacho Papagaio, riacho Tacaimbó, riacho Taquara, riacho Cipó, riacho do Vasco, riacho Pau Santo, riacho Mocó, riacho das Pedras, riacho Verde, riacho Caruá, riacho Barriguda, riacho Machado, riacho do Mel, riacho Continente, riacho Titara, riacho Vertentes, riacho Macaco Grande, riacho Rocha Grande, riacho Prata, riacho Cotegi, riacho Piedade e riacho Minas. Pela margem esquerda: riacho Poção, riacho Mutuca, riacho Taboquinha, riacho Maniçoba, riacho Bitury, riacho Coutinho, riacho dos Mocós, riacho Salgado, riacho Várzea do Cedro, riacho Jacaré, riacho Sotero, riacho Cacimba de Gado, riacho da Queimada, riacho Manuino, riacho do Serrote, riacho Bichinho, riacho Muxoxo, riacho São João Novo, riacho Cueiro de Suassuna, riacho Pata Choca, riacho Cabromena, riacho Sapocaji e riacho Urubu.
Passa, ou estão no seu caminho, 9 cidades pernambucanas (Sanharó, Tacaimbó, São Caetano, Caruaru, Bezerros, Gravatá, Primavera, Escada e Ipojuca), mas muitas das suas águas se originam nos demais 15 municípios que fazem parte oficialmente de sua bacia hidrográfica (Arcoverde, Pesqueira, Venturosa, Alagoinha, Poção, São Bento do Una, Belo Jardim, Cachoeirinha, Altinho, Riacho das Almas, Sairé, Amaraji, Chã Grande, Pombos e Vitória de Santo Antão). Os quatros municípios como maior participação territorial são: Pesqueira (606,79km2), Caruaru (387,62km2), São Caetano (262,37km2) e Sanharó (235,45km2).
Começa no sertão, passando pelo agreste e zona da mata, desaguando no oceano atlântico, litoral sul pernambucano, no município de Ipojuca, região metropolitana do Recife. Participa assim de 3 Regiões Fisiográficas, de 4 Mesorregiões, de 4 Regiões de Desenvolvimento e de 5 Microrregiões de Pernambuco. Unidade de Planejamento Hídrico – UP3 com área superficial de 3.433,58 km2 (3,49% do total do Estado), segunda maior bacia hidrográfica em extensão do Estado.
O recorte de geologia confere a bacia do rio Ipojuca cerca de 97% da área representada por rochas cristalinas e cristalofiliadas do tipo Pré-Cambriano, sendo os 3% restantes territorial com depósitos aluviais recentes, seguidos de reduzidos afloramentos da formação Cabo, compreendendo arenitos com matriz argilosa, além de vulcanitos (como registra o neck vulcânico existente no município de Ipojuca). Este perfil territorial da Bacia Hidrográfica do rio
Ipojuca é revelador, em grande medida, dos tipos de atividades desenvolvidas e das combinações de seus usos.
No seu caminho compõe paisagens vegetais naturais das mais variadas como a Caatinga, a Mata Atlântica, Vegetação Costeira e de Mangue. Poucas são as áreas ainda preservadas ou destinadas para a conservação como a RPPN - Reserva Particular do Patrimônio Natural Pedra do Cachorro em São Caitano (com 18 ha e Decreto Estadual nº 19.815/97), Parque Municipal João Vasconcelos Sobrinho em Caruaru (com 355 ha e de Decreto Municipal nº 2.796/83), Unidade de Conservação Municipal da Serra Negra de Bezerros (com 3,4 ha e Decreto Municipal nº 36/89) e Parque Municipal Ecoturístico Pedra do Urubu em Primavera (com 30 ha e Decreto Estadual nº 16.828/93).
As águas antes de servirem aos seres humanos são a sustentação dos ambientes. As águas na bacia do rio Ipojuca se prestam aos mais diversificados fins. Na Pecuária (mata a sede dos animais), na agricultura (irriga as plantações), no consumo humano por meio das mais variadas finalidades, tais como abastecimento público, uso industrial, limpeza, geração de energia (pequena hidroelétrica e termo elétrica), recepção de efluentes domésticos industriais e agroindustriais, navegação interior e portuária (Suape), pesca, turismo, recreação e lazer.
Foi identificado como o 3º rio mais poluído do Brasil (IBGE, 2005), uma realidade de grandes contrastes entre a degradação que ocorre especialmente nas cidades, bem como a beleza de cenários naturais fabulosos como a Cachoeira do Urubu no município de Primavera.
Seu nome tem origem em idioma indígena, significando ÁGUAS TURVAS. Porém hoje poderia se dizer - ÁGUAS SUJAS.
Tem esgoto não tratado, agrotóxicos, resíduos industriais e até dos matadouros. Usinas jogam os seus restos e a população desavisada joga tudo mais o que não presta.
Alguns ainda pescam e outras lavam roupa, crianças ainda brincam às suas margens, imaginem quanto risco!
Constroem nas suas margens, por necessidade ou ambição, retirando a vegetação natural chamada de Mata Ciliar, que são como os cílios em nossos olhos têm a função de proteger.
O rio Ipojuca fez e faz a história social e econômica de Pernambuco. Na sua foz está o Porto de Suape onde entra e sai tanta riqueza, mais uma vez contrastando com o descaso da falta de cuidado da sociedade em geral, especialmente dos poderes públicos.
Os aspectos sócio-ambientais mais expressivos apresentam cenários de desafios que limitam o aproveitamento do potencial existente para o seu desenvolvimento, e ainda com problemas relacionados aos recursos hídricos: insuficiente produção de água tratada, elevadas perdas e grandes desperdícios ao sistema de abastecimento público que não acompanham o crescimento das cidades; precário atendimento do sistema de esgotamento sanitário, com baixa cobertura especialmente nas pequenas cidades e quase total ausência na zona rural; deficientes serviços de limpeza urbana; problemas de drenagem provocados pela ocupação inadequada do solo urbano; poluição hídrica acentuada dos mananciais provocada por lançamentos de dejetos e efluentes industriais; ausência de manejo adequado dos reservatórios.
Na Bacia Hidrográfica do rio Ipojuca estão localizados 66 açudes de com tamanho relevante, são os mais significativos: Pão de Açúcar em Pesqueira (54.696.500 m3), Pedro Moura Júnior
(30.000.000 m3) e Engenheiro Severino Guerra (17.000.000 m3) ambos em Belo Jardim e Manuíno (2.021.000 m3) em Bezerros.
O território da Bacia Hidrográfica do rio Ipojuca concentra algumas das maiores riquezas econômicas do Estado de Pernambuco. Tanta riqueza de nada adianta, quando não é a seca que castiga, vem a cheia e tudo arrebenta. A sua maior enchente ocorreu no mês de fevereiro de 2004.
Associa-se aos problemas acima referidos, as questões a seguir, relacionadas com os recursos hídricos: precária qualidade de grande parte das águas superficiais, em razão da ocorrência de manchas de solos com potencial para salinização das águas e da operação deficiente dos reservatórios; pequenas possibilidades de irrigação, pela ausência de manchas expressivas de solos irrigáveis que justifiquem a irrigação em larga escala; retiradas de areia e dragagem irregulares, represamentos (pequenos e médios açudes) e construções inadequados (pontes, passagens molhadas e outros), lixões próximo a cursos d’água, pesca predatória e não autorizadas (tanque-rede) com introdução de espécies não nativas, desmatamentos (inclusive em áreas de nascentes de águas).
Muito felizmente existem pessoas que lembram que o rio já foi limpo e que a sua bacia hidrográfica era um lugar de realização. Estas pessoas acreditam na possibilidade de sempre se fazer algo.
Um dos maiores desafios é fazer retornar às condições SAUDÁVEIS destes AMBIENTES, é re-naturalizar!


João Domingos Pinheiro Filho – Professor e Mestre em Gestão e Políticas Ambientais.

Caruaru, 21-05-2011

20/05/16

Que bacana!

Que bacana!



           
A paroquia de Nossa Senhora do Monte Carmelo, em Caruaru-PE (Brasil), decidiu executar um programa de formação religiosa que acompanha a criança em seu crescimento de seis a vinte anos de idade. Veja: acompanha a criança ao longo de seu desenvolvimento pessoal. Ou seja; a criança vai caminhar da infância para a maturidade de maneira sadia tanto no aspecto físico quanto no aspecto moral. Isto significa crescer como Jesus. Ele crescia em idade, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens (cf. Lc 2,52). Este é o jeito de crescer e ser feliz como afirma o padre Zezinho em uma de suas canções: “Amar, pensar, sonhar, viver, sentir e sorrir como Jesus”.
            Para conseguir este objetivo estamos indo de porta em porta em todo território paroquial matriculando a garotada. Se os pais, como é de se esperar, colaborarem com a Paróquia incentivando seus filhos e filhas a frequentarem o catecismo e sendo eles mesmos modelo de vida cristã para as suas crianças, tenho certeza de que, daqui a 15 anos a Paróquia estará totalmente renovada e a comunidade civil com outra feição humana.
            Considero muito oportuna a iniciativa dos catequistas e padres do Salgado sobretudo levando em conta o lamentável panorama infanto-juvenil que hoje percebemos:   o rumo de vida de nossas crianças e jovens está inteiramente desnorteado por conta do péssimo exemplo que a comunidade adulta exibe para eles, sobretudo pela ação destrutiva de nossos meios de comunicação: televisão, internet, revistas, jornais, etc.
            Praza a Deus que os catequistas e sacerdotes da Monte Carmelo perseverem e cresçam no bom propósito e ação. Urge arrancar nossa juventude das garras da futilidade do mundo moderno e colocar nos braços de Jesus. Isso é urgente, inclusive, para todo o Brasil e por que não dizer para todo o mundo?
            Fico torcendo para que os bispos e padres do Brasil olhem com simpatia e disposição para essa iniciativa.

            Se essa ideia pega... o Brasil vai renascer.

29/04/16

Final de semana: beber?

            
Há dois dias atrás passando por uma das ruas de Caruaru, avistei duas moças que conversavam descontraídas. Ouvi uma delas dizer: “Como pode um final de semana sem nós beber?”
            Isso, para mim, soou como uma punhalada no peito. Porque digo isso? Porque sou um radical defensor e divulgador da grandeza da mulher; da sua dignidade, do seu imenso valor. Para mim a mulher é um ser quase divino.
             E cachaça (álcool em geral) não traz grandeza pra ninguém, muito menos para a mulher. Pelo contrário, só rebaixa, só bota pra trás. É uma verdadeira desgraça! É um desastre.
            Agora nossas pobres moças, filhas de pais que não cuidaram de sua formação religiosa, deixaram-nas trilhar pelos caminhos do mal. Uma imprensa perversa e amigos irresponsáveis levam-nas a optar pelo pior. E acham que estão abafando, que são moças pra frente... moças libertas, desenvolvidas, enfim, membros de um elenco de mulheres emancipadas da condição de inferioridade na qual, dizem elas, os homens as colocaram no passado. É o feminismo de vento em popa. Só que aí está o falso feminismo.
            Coitadas delas! Não percebem que o alcoolismo, a prostituição (o tal amor livre que não tem nada de amor) e outros desmandos apenas servem para as aviltar e, consequentemente torna-las mais escravas do que no tempo da vida domestica mais recatadas.
            Não defendo atitudes despóticas de homem algum sobre suas esposas ou sobre as mulheres em geral. Isso é aleijão no relacionamento homem x mulher. Eu defendo e amo a mulher na condição em que Deus a criou a qual inclui o privilegio imenso de confeccionadora da vida. Existe algo mais sublime para um ser humano do que isso? Ser a mão de Deus na confecção de um ser humano?

            Então, minhas irmãs, voltem a sua verdadeira grandeza para podermos continuar a amá-las mais, mais e mais!   Pense como Deus quer que vocês sejam e aceitem o que Deus programou para vocês: ser a beleza, o encanto, a fonte da vida, a rainha e educadora do mundo. Por favor! Voltem a merecer a admiração, o amor verdadeiro, o carinho do homem para com vocês. Eu falei homem, não cafajeste! Porque como diz a Bíblia:  uma boa mulher é dada ao homem que teme o Senhor (cf.  Eclo 26,3).   Portanto um homem qualquer não merece você, não. Mostre raça!

Economia, economia, economia.

Perguntado por um jornalista sobre qual o maior problema do Brasil na atualidade, Franco Montouro respondeu: o primeiro problema é a economia; o segundo é a economia; o terceiro problema é a economia. E calou.
            Eu fiquei pensando que ele tem razão, mas só em parte. Pois esqueceu de dizer que a economia que está faltando é a economia divina. A maior riqueza que nos falta é a riqueza da graça de Deus. É a economia do divino que tem que ser buscada e implementada pelos nossos deputados e políticos em geral. Não adianta querer sanar a economia do Brasil puramente na esfera material; políticos e sociedade em geral tem que partir para a solução certa: buscar Deus; é voltar-se para Ele. Porque só n’Ele está toda abundancia. Sem Ele nenhuma moeda ou cédula de qualquer valor existiria. Ou seja: não teríamos dinheiro sem Ele. Sim, porque é Ele e só Ele que cria o minério, que cria a planta, a tinta, etc. é Ele quem dá a inteligência para o homem fazer as coisas.
            Você dúvida disso? Pois saiba que até a sua capacidade de questionar vem de Deus. Se você acha que estou falando bobagem,  então me diga de onde vem tudo isso. Diga-me quem fez você e lhe deu competência para viver, se locomover, pensar, etc. quem foi?
            Eu diria, pois, a Franco Montouro que sugira aos membros do Congresso Nacional a maior riqueza, a maior economia do mundo: seguir Deus. Que eles (congressistas e políticos em geral) aceitem Deus em suas vidas. Assim, enriquecidos pela graça divina, saberão conduzir de maneira perfeita a economia material do país com todos os acertos. Inclusive farão de maneira correta a distribuição dos recursos da nação. Pois, tomarão consciência de que tem gente ganhando muito demais, e tem gente (a imensa maioria) ganhando muito de menos. A correção deve ser feita para que todos tenham acesso aos bens necessários para uma vida digna e feliz.

            A riqueza de Deus é a solução econômica definitiva para esse país. Sem ela o Brasil vai continuar de mal a pior por conta da corrupção que cresce a cada dia de maneira galopante. Ela, sim, é verdadeiramente o maior problema de nosso país.  E ela só se acaba se deixarem Deus no comando de cada coração. É como diz a Bíblia: “Se o Senhor não construir a nossa casa, em vão trabalharão seus construtores”. (Sl 127). Trabalhar sem Deus é dar murro em ponta de faca.

18/03/16

Fazer o certo

Nas poucas oportunidades que tenho parado para escutar noticiários me deparo, de vez por outra, com noticias desse tipo, sobretudo quando a população clama por segurança no meio em que vive: no trabalho, na escola, ou mesmo no ambiente residencial; “O governo acaba de liberar tantos veículos para reforçar a segurança na cidade tal”; ou esta outra: “O governo abriu concurso para aumentar contingente policial no estado.”; Ou ainda:” Soldado tal foi preso por ter alvejado um marginal ou por ter surrado alguém.” E assim por diante. Notícias variadas de também variadas escabrosidades: passeatas, panelaços, em protesto por isso ou aquilo, sobretudo contra a corrupção de políticos. E nada resolve, não é verdade?
Por que não fazem o certo? Para toda essa bagunça e desacertos que estão acontecendo nos vários setores da politica brasileira,  para todas elas só há uma solução: converter-se a Jesus. Não há outra saída. Temos que quebrar o nosso orgulho e dizer: Jesus, só o Senhor pode. Não temos pra onde correr. Ou a gente se pega com Jesus ou a coisa vai se afundando cada vez mais.
Precisamos acabar com essa de dizer que o Estado é laico e fazer tanta besteira. Isso não existe gente. Isso não pode existir. Que os governantes tomem suas decisões administrativas independentes de religião tal ou qual, tudo bem. Mas decidir sem levar Deus em conta, isso nunca; não pode. Deus é o Senhor dos senhores; está acima de qualquer governo da Terra (cf. Dt 10,17). E no caso especifico do Brasil, se o governo é laico o povo não o é. O povo brasileiro é profundamente religioso, é um povo cristão. E o povo merece respeito e tem direito aos serviços prestados pelo governo de maneira decente. Tudo o que o governo faz contra Deus está fazendo contra o povo. O governo que assim age nunca terá sucesso no seu trabalho. É o que diz a Bíblia: “Se o Senhor não construir a casa, em vão trabalham os seus construtores” (cf. Sl 127, 1s).
Eu gostaria muito que os nossos políticos (todos) pensassem nisso e se voltassem para Deus. Ai, sim, eles deixariam de massacrar o povo; fariam cessar as enroladas e passariam a merecer o respeito e o carinho do povo brasileiro. Do jeito que vem sendo feito não tem jeito mesmo.

Então, por que não fazer o certo? 

11/03/16

Sanear-se

O Sr. José Antônio de Oliveira autor do hino oficial da Campanha da Fraternidade deste ano de 2016, afirma em sua composição literária que “O saneamento de um lugar começa por sanear o próprio coração”.

Acho que o Sr. José Antônio tem razão.  Ninguém dá o que não tem. Se meu coração está poluído não tenho moral para pretender despoluir o ambiente. Pois se faço parte da sujeira... e ela é a pior sujeira porque é a sujeira interior, a sujeira da alma. É Jesus quem nos assegura isso. Ele diz: “É do coração que procede más intenções, assassinatos, adultérios, prostituição, roubos, falsos testemunhos e difamações (...) são essas coisas  que tornam o homem impuro” (cf. Mt 15,11-20)

Esses defeitos, que por si já são ruins, produzem muito mais coisas ruins, inclusive a poluição dos vários ambientes de uso publico.

Daí o convite para todos nós que habitamos a Terra, nossa Casa Comum: tiremos a sujeira de dentro de nós mesmos e marchemos firmes na luta pelo saneamento de nossas cidades e do mundo inteiro. Pois, afinal de contas, Deus nos deu a Terra como o grande paraíso que devemos zelar e tirar dele, de maneira sensata e responsável a nossa própria subsistência. É uma questão de responsabilidade pessoal, coletiva e, sobretudo, politica.


Deus nos deu tudo para nossa felicidade. Para que perturbar o plano divino e nos tornarmos infelizes? Juízo, gente! 

12/02/16

Ladrão: o que fazer com ele?



           
Não é justo o povo viver enjaulado por causa de ladrão. É o que está acontecendo: ir à cidade a pé ou de carro, viajar, ir para a zona rural, ir à igreja para a oração, mesmo ficar em casa com a família, tudo dá no mesmo; você está correndo risco, você está sem sossego. Isto é vida, gente? Isso não pode mesmo continuar. Nós temos o direito de viver felizes, sossegados, em paz. E o ladrão não tem direito nenhum de se apossar do que é dos outros. Ele tem mesmo é que trabalhar como qualquer outro cidadão para conseguir seu sustento honesto. Ele deve ser mais um a promover a felicidade da sociedade como um todo e não portador de desgraça para a humanidade. Ele deve ser feliz evitando infelicitar os outros.
            Então, o que fazer com o ladrão? Acã, o primeiro ladrão de que se tem conhecimento através da Bíblia, teve um destino trágico: foi morto por ordem divina, com toda a família e animais. Seus bens foram simplesmente destruídos (cf. Js 7).
            E nós o que faremos? Matar o ladrão? Só Deus tem o poder de dar ou tirar a vida. Então a nossa providencia tem que ser outra. Nossa atitude tem que ser de amor para a recuperação do nosso irmão ladrão.
            Então veja o que penso e que podemos pensar e promover a execução: pedimos (ou ordenamos?) que a autoridade governamental construa, na zona rural, centros de reeducação para ladrões e promotores de outros tipos de violência.  Os doentes (essas pessoas são vitimas de grave distúrbio emocional) ficarão residindo em pequenas casas durante todo o tempo de tratamento (acho que, no mínimo, três anos). Aí eles irão trabalhar em agricultura, criação de animais de pequeno porte (hortaliças, galinha de capoeira, por exemplo) ou outro tipo de trabalho conforme a habilidade do pessoal. Tudo em vista de seu auto-sustento e sustento da família (acabar com essa história de viver às custas do dinheiro da sociedade, sem fazer nada).
            Aí o tratamento consistirá: primeiro, trabalho, como já foi dito; segundo, tratamento médico-psicológico; terceiro, pregação da Palavra de Deus, em vista da conversão do pessoal para Deus e, consequentemente, para o bem deles e da comunidade humana; quarto, estudo acadêmico e de cursos profissionalizantes.
            Passando por esse estágio creio que o ladrão conseguirá sua recuperação.
            Veja você: agindo dessa maneira o governo estará prestando, de verdade, seu serviço de segurança publica. E volta para nós a possibilidade de andarmos tranquilos, vivermos tranquilos, trabalharmos na certeza de usufruir do nosso lucro.

            Você acha que esse projeto é viável? Que pode acontecer mesmo? Penso que sim; só depende de nossa união. Aguardemos o tempo oportuno. Prepare-se.   

05/02/16

Ladrão: Donde vem?

            
Donde vem o ladrão? Como é que ele aparece? Qual sua origem? Por que escolhe uma atividade tão detestada pela sociedade?
            Estive conversando com algumas pessoas sobre isso. E a resposta unanime foi esta: falta de Deus na vida desses homens. Falta religião e falta educação domestica. Os pais não ensinaram nem uma coisa e nem outra. Então o garoto crescendo de maneira à toa foi descobrindo o que pra ele é mais cômodo e proveitoso: ganhar dinheiro sem fazer força. Simplesmente aramar-se de um pouco de astúcia e uma boa dose de coragem para aplicar o golpe nas pessoas que encontram.
            Considero correto o palpite do pessoal. Porque, de fato, sem Deus tudo se desmantela. É o desastre do pecado. Inclusive a Bíblia Sagrada apresenta, entre os castigos provindos da desobediência a Deus, o ladrão (cf. Dt 28,31s).
            O primeiro ladrão que encontrei citado pela Bíblia se acusa de cobiça (cf. Js 7,21). Cobiçou e roubou.
            Aí você pode perceber que, de fato, o ladrão nasce do pecado pessoal e pecado de quem não o educou direito.
            Olhando para nossa sociedade, hoje, o pecado está superabundante; o ladrão, consequentemente, cresce em número e periculosidade a cada dia.

            Que vamos fazer? Conversaremos no próximo artigo. 

22/01/16

Ladrão & Ladrão: qual dos dois?

                       
A experiência do dia a dia nos mostra a presença de dois tipos de ladrão entre nós brasileiros: é o ladrão pobre e o ladrão rico (o tal ladrão de gravata). O ladrão pobre, aquele que rouba um publico mais próximo dele (galinhas, produtos da roça, dinheiro, veículos e às vezes, banco), parece que incomoda mais o cidadão comum, gente mais próxima dele. O ladrão rico (o de gravata) prejudica a nação inteira. É o que dizem os pesquisadores. Pois, o roubo dele se situa mais na faixa de milhões, bilhões, e se brincar, até trilhões de reais. E isso repercute na nação inteira, que, por vezes, é penalizada discretamente pelo acréscimo de mais um imposto para compensar o rombo infligido ao país. É danado! Mas acontece.  

            E aí vem a pergunta: ladrão pobre e ladrão rico, qual dos dois preferir? Claro que nenhum, não é verdade? Só que, como diz o ditado “ruim por ruim vote em mim”: eu voto no ladrão pobre. E por que voto nele? É porque o dinheiro que o pobre rouba é gasto aqui mesmo entre nós; e o dinheiro que o rico rouba é levado para fora do Brasil; é depositado em bancos estrangeiros. É, portanto, um dinheiro que sai do nosso cofre  para o cofre do vizinho. Já pensou?
            Então, ladrão não queremos nenhum; mas já que existe opto pelo ladrão pobre. Ele faz menos mal. O ladrão rico é simplesmente detestável. Detestável com todas as letras maiúsculas. Ele descapitaliza o nosso país. Droga! 

15/01/16

Ladrão, ser contraditório

Já tenho dito em conversas rotineiras que sou fã do ladrão. Veja bem: fã do ladrão, não da roubalheira que ele apronta. E porque admiro o ladrão? É por sua inteligência e sua coragem. Já pensou o cara calcular tudo e programar de maneira que dá tudo certo? Alguém me falou que, em Recife, eles calculam direitinho para pegar todos os sinais da Avenida Agamenon Magalhães abertos na hora da fuga. Isso não é talento? Claro que é. E o esquema que montam para assaltar o banco? Conversam e convencem todo o pessoal necessário para facilitar a operação.  É o vigilante, o funcionário do banco, o policial... levam a todos eles no papo e o assalto é bem sucedido! Não acha você que é muita coragem e ousadia? Portanto, parabéns para o ladrão.
Agora tem uma coisa: tenho horror ao ladrão que mata a pessoa que ele assalta. Isso é covardia e burrice. Como é que eu vou extinguir a minha fonte de renda? Sim, as pessoas assaltadas são fonte de renda para ele. Matar é acabar com uma das suas fontes de recursos. Aí você pode dizer: não, ele só mata a quem reage. E eu digo: não, às vezes, eles matam simplesmente porque a pessoa os conhece. Nas duas situações eu simplesmente vejo um grande ato de burrice e covardia. Ele tinha era que deixar sua vitima viva para, trabalhando, conseguir mais dinheiro para ele roubar depois de um certo tempo. Era só deixar o cidadão se reabastecer. E, no caso de reação ele tinha era que usar a inteligência acima exaltada para contornar a situação. Matar, nunca!!!

Então, aqui, em vez de elogio, apresento minha repulsa e digo: seja homem rapaz! Matar é pura covardia e burrice, repito. Assim você perde dinheiro, perde a estima da sociedade e ainda se arrisca a ser preso. E lembro que Deus rejeita você. (cf. Sl 5,7). Isso é lá negócio?!!

18/12/15

Ladrão, coisa esquisita!

Certa vez, conversando com um amigo, ele assim me falou: Guilherme, o ladrão é coisa indispensável para a vida da sociedade. Por que você diz isso, perguntei? E ele:  o ladrão é indispensável para o funcionamento do comercio. Sem ele ninguém compraria uma porta, um ferrolho, uma fechadura; não haveria emprego para policial e seguranças; advogado não ganharia dinheiro; juiz também não tinha vez. Até o banco sofreria as consequências, pois, o povo deixaria de depositar o dinheiro no banco para guarda-lo debaixo do colchão. (Até eu me lembro que antigamente os gerentes de banco imploravam para as pessoas depositarem dinheiro e ainda pagavam um certo percentual ao depositante. Hoje eles fazem é cobrar da gente).
            Outra vez, comentando o mesmo assunto com um juiz amigo ele me disse: “é, Pe. Guilherme, o ladrão é um mal necessário”.  
            Você concorda com isso? Eu não concordo. Não creio que o ser humano, para viver bem, feliz e praticando o bem tenha que ser impelido por agente do mal.
Acho que o homem gosta de viver bem sendo alegre e feliz; e uma casa bem ajeitada, confortável faz parte do conjunto de ser feliz. O homem, com certeza, sem ladrão ou qualquer tipo de violento, saberia e aceitaria se compor muito bem. Não é possível que ele, um ser de tamanha grandeza e dignidade aceitasse viver de qualquer jeito. Seria fraqueza demais.     
Inclusive, é o que insinua a Palavra de Deus na orientação para a construção do templo: casa bem feita e bonita (cf. 1Rs 6-8). Davi, por sua vez, nos informa a respeito de seu suntuoso palácio construído com madeira de cedro (cf. 1Cro 17,1).

Decididamente: a sociedade, para viver bem, não precisa de ladrão; precisa é de conversão. Ladrão é excrecência!